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Deus Quer Engrandecer Você

| sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
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Então, disse o SENHOR a Josué: Hoje, começarei a engrandecer- te perante os olhos de todo o Israel, para que saibam que, como fui com Moisés, assim serei contigo. Josué 3.7

A morte de Moisés causou um impacto negativo muito forte no meio dos hebreus, eles perderam um líder que falava face a face com o Senhor, o qual realizara maravilhas por intermédio de sua fé e comunhão. Foi necessário Deus engrandecer a Josué de tal modo, para que todo o Israel respeitasse sua fé e visse que o Senhor era com ele.

Hoje vivemos uma situação em que não é suficiente dizer que é cristão, pois os incrédulos, dentre os quais familiares, vizinhos e amigos, precisam ver algo extraordinário na vida dos que dizem crer em Deus. Ele quer engrandecer você na família, no trabalho, na vida financeira, na saúde etc. Perante os olhos de todos que lhe cercam. Para que então eles possam respeitar sua fé, reconhecendo que, assim como Deus foi com Moisés e com Josué, Ele é com você nos dias atuais. Para isso, é necessário obedecer como eles obedeceram, ser forte como eles foram e corajoso para sacrificar como eles sacrificaram, aí sim, as águas de seu Jordão se abrirão e as muralhas de Jericó da sua vida cairão.

Vamos imitar esses homens na fé, na obediência de seguir à Voz da Profecia, na coragem de sacrificar e na determinação de conquistar uma vida de qualidade em todos os sentidos.

Deus é o mesmo ontem, hoje é o será para sempre na vida dos que creem. Ele quer lhe engrandecer hoje, o tempo é hoje. Você deve dar uma chance para Deus o abençoar, colocando toda sua vida no altar nessa Campanha de Israel.

Deus os abençoe, vamos avançar.

Bispo Sérgio Correia

Deus Quer Engrandecer Você

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Data :sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
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DANIEL – O Amigo de Deus: Um Exemplo de Verdadeira Adoração

| quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
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A interpretação de Daniel sobre a estátua de Nabucodonosor, seus três amigos na fornalha ardente, ele mesmo na cova dos leões ou Belsazar e o “Mene tequel” na parede. Quem não conhece essas histórias? Mas o mais notável em Daniel era a sua vida de oração…

Daniel tinha uma vida de oração ativa que o impulsionou durante toda a existência e ele não a abandonou. Ele começou quando ainda era adolescente, e não fraquejou nem mesmo quando já estava em idade avançada. No fim das contas, Daniel marcou a história porque orava.

Um jovem e sua adoração verdadeira a Deus
No segundo ano do reinado de Nabucodonosor, o rei teve o sonho da grande estátua (Dn 2.1). Ninguém conseguiu explicá-lo, de forma que ele decidiu matar todos os magos e feiticeiros. Como o primeiro ano do reinado não era contado, o segundo ano de Nabucodonosor correspondia ao terceiro ano da permanência de Daniel na Babilônia e, portanto, ao fim de seu período de estudos de três anos (Dn 1.5). Daniel chegou à Babilônia (Dn 1.1) no ano 605 a.C. Ele ainda era muito jovem, talvez até mesmo um adolescente. Daniel viveu o exílio babilônico até a queda da Babilônia diante dos persas (539 a.C.). Ou seja, Daniel viveu lá durante cerca de 70 anos. Já nos primeiros tempos, Daniel se mostrou um intercessor eficaz (Dn 2.16-19).

Todos os magos e feiticeiros estavam “desesperados” de medo (Dn 2.10-11), mas Daniel recolheu-se calma e tranquilamente em sua casa. Uma vida de oração é interação com Deus e por isso dá segurança em meio à insegurança.

Daniel contou sua preocupação aos seus fiéis e confiáveis amigos (Dn 2.17-18), porque sabia do poder da oração conjunta. Nós também deveríamos ter a coragem de compartilhar mais os nossos motivos de oração com nossos irmãos no Senhor. Muitas vezes, porém, envergonhamo-nos deles, ficamos sem graça. Algumas pessoas preferem orar sozinhas a compartilhar seus assuntos com pessoas de confiança. Mas a Bíblia e a História estão cheias de exemplos de comunhões de oração e da conseqüente ação poderosa de Deus.

Daniel e seus amigos oraram juntos pedindo revelação e proteção. A comunhão de oração é uma força como a fissão nuclear; ela tem uma promessa no Novo Testamento: “Se dois dentre vós, sobre a terra, concordarem a respeito de qualquer coisa que, porventura, pedirem, ser-lhes-á concedida por meu Pai, que está nos céus. Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, ali estou no meio deles” (Mt 18.19-20). Por isso, depois da comunhão de oração, o texto relata: “Então, foi revelado o mistério a Daniel numa visão de noite” (Dn 2.19).

Adoração verdadeira é oração com gratidão

Muitas vezes empenhamos muito tempo e esforço para interceder por algum motivo, mas tiramos pouco tempo para agradecer. Com Daniel era bem diferente. Antes de correr ao rei e lhe apresentar a revelação, ele primeiro agradeceu ao Senhor. Ele não deixou o louvor para mais tarde. Na vida de Daniel, Deus sempre estava em primeiro lugar e somente depois vinha o rei babilônico.

“Então, foi revelado o mistério a Daniel numa visão de noite; Daniel bendisse o Deus do céu… Por isso, Daniel foi ter com Arioque, ao qual o rei tinha constituído para exterminar os sábios da Babilônia; entrou e lhe disse: Não mates os sábios da Babilônia; introduze-me na presença do rei, e revelarei ao rei a interpretação” (Dn 2.19,24).

Adoração verdadeira é oração regular

Daniel não permitia que nada atrapalhasse a regularidade de seu tempo de oração. Em Daniel 6 lemos que os altos funcionários inimigos dos judeus tentaram preparar uma armadilha para Daniel e impedi-lo de orar (v.7). Nós também precisamos ter consciência de que o inimigo de Deus fará de tudo para nos afastar da oração. Mas Daniel reagiu a isso com mais oração: “Daniel, pois, quando soube que a escritura estava assinada, entrou em sua casa e, em cima, no seu quarto, onde havia janelas abertas do lado de Jerusalém, três vezes por dia, se punha de joelhos, e orava, e dava graças, diante do seu Deus, como costumava fazer” (v. 10).

O que esse versículo nos mostra sobre Daniel?

1. Ele não se deixou demover da oração (persistência).
2. Ele orava tanto em comunhão quanto sozinho.
3. Ele tinha um local fixo para orar, no quarto superior da sua casa (veja Dn 2.17).
4. Ele tinha janelas abertas (direcionamento constante, comunhão ininterrupta).
5. Ele tinha uma direção para sua oração (Jerusalém, onde estava o altar; uma indicação para Jesus).
6. Ele orava regularmente, três vezes ao dia, como sempre havia feito.
7. E ele não descuidava do agradecimento.

Adoração verdadeira parte da Palavra

“No primeiro ano do seu reinado, eu, Daniel, entendi, pelos livros, que o número de anos, de que falara o Senhor ao profeta Jeremias, que haviam de durar as assolações de Jerusalém, era de setenta anos. Voltei o rosto ao Senhor Deus, para o buscar com oração e súplicas, com jejum, pano de saco e cinza. Orei ao Senhor, meu Deus, confessei e disse: ah! Senhor! Deus grande e temível, que guardas a aliança e a misericórdia para com os que te amam e guardam os teus mandamentos” (Dn 9.2-4).

Daniel orava para entender a Palavra de Deus, e estudava a Palavra de Deus para orar. Quando compreendeu o que eram os setenta anos de cativeiro de que Jeremias tinha falado, começou imediatamente a orar. Com isso, ele mesmo foi profundamente afetado. A oração de Daniel revela seu coração.

1. Ele reagiu imediatamente (sem tardar).
2. Ele não procurou homens (Dario ou Ciro), mas seu Deus onipotente.
3. Ele suplicava – nisto vemos sua seriedade e persistência.
4. Ele jejuava em pano de saco e cinzas, portanto havia arrependimento. Ele não se considerava importante demais para arrepender-se.
5. Ele orava a um Deus pessoal. Tinha um relacionamento pessoal com Ele.
6. Ele orava com grande reverência.
7. E ele orava com confiança, com esperança na graça e bondade do Senhor.

Daniel foi exaltado de forma maravilhosa. Por trás dos acontecimentos de Esdras 1.1-4 está a oração de Daniel. Sua oração contribuiu para uma decisão que alteraria a política mundial e para o cumprimento da profecia divina.

Adoração verdadeira é poderosa

Certa vez Daniel recebeu uma revelação sobre a Grande Tribulação (Dn 10.1). Ele entendeu a palavra, o que o levou novamente à oração: “Naqueles dias, eu, Daniel, pranteei durante três semanas. Manjar desejável não comi, nem carne, nem vinho entraram na minha boca, nem me ungi com óleo algum, até que passaram as três semanas inteiras” (v.2-3). Podemos orar a respeito de coisas que entendemos e a respeito de coisas que não entendemos.

Depois de ter orado e jejuado tão intensamente, Daniel recebeu a visita de um anjo: “Eis que certa mão me tocou, sacudiu-me e me pôs sobre os meus joelhos e as palmas das minhas mãos. Ele me disse: Daniel, homem muito amado, está atento às palavras que te vou dizer; levanta-te sobre os pés, porque eis que te sou enviado. Ao falar ele comigo esta palavra, eu me pus em pé, tremendo. Então, me disse: Não temas, Daniel, porque, desde o primeiro dia em que aplicaste o coração a compreender e a humilhar-te perante o teu Deus, foram ouvidas as tuas palavras; e, por causa das tuas palavras, é que eu vim” (v.10-12).

Isto não é tremendo?

1. Daniel era um homem muito amado de Deus. Esta afirmação aparece três vezes no livro de Daniel (Dn 9.23; Dn 10.11,19).
2. Ele recebeu a garantia de que foi ouvido desde o primeiro dia, apesar de a resposta só ter chegado três semanas depois (v.1; cf. Dn 9.23).
3. Este anjo foi especialmente enviado por causa da oração de Daniel.

Os céus foram movidos porque alguém foi movido pelo céu a orar. O que não poderia acontecer se formos realmente pessoas de oração?

Adoração verdadeira é para toda a vida

“No terceiro ano de Ciro, rei da Pérsia, foi revelada uma palavra a Daniel, cujo nome é Beltessazar; a palavra era verdadeira e envolvia grande conflito; ele entendeu a palavra e teve a inteligência da visão” (Dn 10.1).

No terceiro ano do rei Ciro, Daniel já vivia há 70 anos na Babilônia. Provavelmente sua vida de oração começou quando ele ainda era um adolescente, e agora, com mais de 80 anos, ela ainda não diminuíra. Daniel continuava a orar intensamente.

Que o Senhor conceda e que nós desejemos ser pessoas de oração hoje, amanhã e também quando estivermos em idade avançada. Ainda mais por vivermos em uma época na qual as profecias de Daniel sobre o final dos tempos começam a se cumprir!

DANIEL – O Amigo de Deus: Um Exemplo de Verdadeira Adoração

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Data :quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
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7 Vezes a Mesma Coisa

| quarta-feira, 4 de dezembro de 2013
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Ambas complementam-se, pois, enquanto uma sustenta o peso da tarefa que nos foi incumbida, a outra é o combustível que nos permite continuar na realização dessa mesma tarefa…

Não restam dúvidas de que Deus foi mais do que incisivo na Sua Ordem de: “Ser forte para crer e corajoso para sacrificar”. Três vezes por intermédio de Moisés, em Deuteronómio 31.6,-7 e 23 e o Próprio Deus o disse em Josué 1.6-7 e 9, repetindo-o por 3 vezes consecutivas. E, como se não bastasse, Deus fez com que o Seu povo dissesse também para Josué: “Seja forte e corajoso” (Js.1.18)

Diante desta realidade, resta-nos três perguntas: seria Josué distraído? De fraca compreensão? Ou era de suma importância que ele fosse consciencializado que todos os dias necessitaria de ser FORTE e CORAJOSO?

Com certeza que não seria distraído ou de fraca compreensão, pois, se Josué foi escolhido para ser o substituto de Moisés, com certeza que Deus viu nele qualidades de líder, como, por exemplo, a força e a coragem – exatamente os requisitos que, fortemente, o incitava a ter.

Porém, a força e a coragem que lhe eram exigidas, com certeza, seriam fora do comum (pois Deus sabia o que aguardava a Josué), seriam, então, a combinação de uma energia espiritual, física, mental e psicológica.

- Energia Espiritual para obedecer a Deus, independentemente das circunstâncias;
- Energia Física para suportar a batalha que o aguardava;
- Energia Mental para liderar um povo e;
- Energia Psicológica para saber lidar com uma infinidade de personalidades, comportamentos e feitios desse mesmo povo.

Até o povo a quem ele iria liderar sabia que a sua vitória dependia da força e coragem do seu líder para praticar a Ordem de Deus, não se desviando nem para direita e nem para a esquerda (não existia margem para erros).

Então, responderam a Josué, dizendo: “Tudo quanto nos ordenaste faremos e aonde quer que nos enviares iremos. Como em tudo obedecemos a Moisés, assim obedeceremos a ti; tão-somente seja o SENHOR, teu Deus, contigo, como foi com Moisés. Todo o homem que se rebelar contra as tuas ordens e não obedecer às tuas palavras em tudo quanto lhe ordenares será morto; tão-somente sê forte e corajoso.” (Js.1.16-18)

Se não fosse importante, Moisés não o teria dito por 3 vezes, Deus não teria repetido por 3 vezes e o Povo não teria pedido que ele obedecesse à Ordem Divina em, tão-somente, SER FORTE PARA CRER NA PROFECIA E CORAJOSO PARA SACRIFICAR!

Não é verdade?

Por isso, caro leitor, interiorize esta máxima:
A CADA DIA, TEMOS QUE SER FORTES E CORAJOSOS!!!

7 Vezes a Mesma Coisa

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Data :quarta-feira, 4 de dezembro de 2013
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O Espírito da Casinha Branca

| terça-feira, 3 de dezembro de 2013
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Quem não lembra da linda canção Casinha Branca? Eis o refrão:

Eu queria ter na vida simplesmente
Um lugar de mato verde pra plantar e pra colher
Ter uma casinha branca de varanda
Um quintal e uma janela para ver o sol nascer

A letra fala de alguém que de tantas desilusões e amarguras na vida, de tanta solidão e sonhos não realizados, decidiu não querer mais nada a não ser a tal casinha branca. A música é de fazer chorar. Realmente um sucesso da MPB. Me pergunto se não foi encomendada pelo governo militar no final dos anos 70 para ajudar tolher as ambições do povo brasileiro. Se não foi, contribuiu mesmo assim.

Ainda hoje, há muita gente que mantém o espírito da casinha branca dentro de si. Desistiu de sonhar grande, optou pela vida “simples”, glorificando-a como se fosse um dom divino.

Mas o que Deus realmente pensa a respeito?

Jesus falou contra a acomodação, a atitude resignada e satisfeita diante da vida:

Quando fizerdes tudo o que vos for mandado, dizei: Somos servos inúteis, porque fizemos somente o que devíamos fazer. Lucas 17.10

Quando terminamos um dia proveitoso, onde fizemos tudo o que tínhamos de fazer, sentimos satisfação. Ficamos felizes por termos dado conta de todas as tarefas. E com razão. Isso não é pecado. Afinal, a maioria das vezes não conseguimos nem isso.

Mas Jesus está indicando aqui que não podemos ser do tipo que só faz o que é mandado ou o que deveria fazer. Temos que ir além. Pensar mais alto. Alcançar coisas maiores. Não se contentar com o título de inútil.

E eu não estou falando aqui de conquistas egoístas, coisas apenas para satisfazer o nosso bel prazer — carro de luxo, iate, avião, mansões. Nada contra. Quem conquistou, mereceu. Mas falo de coisas maiores, de avanços na vida que beneficiarão não somente a nós mesmos mas especialmente a outros. Avanços em todos os sentidos.

É aí que você descobre que o espírito da casinha branca não é tão divino assim. Quem pensa em sentar na varanda de uma casinha branca para ver o sol nascer está pensando apenas em si mesmo. Isso sim é egoísmo.

Deus não é egoísta. Deus pensa nos outros. Quem é de Deus pensa como Deus.

O problema normalmente é de comparação.

Se nos compararmos com quem está pior que nós, ou olharmos para o que já conquistamos, sentiremos satisfação. Mas se olharmos para frente, o quanto ainda há para se conquistar, e para quem está muito melhor que nós, veremos que ainda não fizemos nada. Temos sido servos inúteis. Especialmente nós que dizemos crer em Deus — um Deus tão grande, infinito, poderoso, que não pôs limites às nossas possibilidades; que nos mandou fazer coisas maiores do que o próprio Jesus fez.

Eu vejo Deus como Alguém que tem muitíssimo para dar e ensinar, mas que não acha quem tenha fé para pedir, humildade para aprender, e coragem para conquistar. A maioria, infelizmente, só está pensando na sua casinha branca. E pior: nem a tal casinha ainda conquistou!

Senhor, eis me aqui! Eu creio! Eu quero aprender. Dá-me coragem para avançar! Quero ser servo útil.

O Espírito da Casinha Branca

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Data :terça-feira, 3 de dezembro de 2013
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O Organismo da Fé

| segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
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É preciso fundamentar a fé apenas no Senhor Jesus

"Porque assim como o corpo é um e tem muitos membros, e todos os membros sendo muitos constituem um só corpo, assim também com respeito a Cristo.

Ora, vós sois corpo de Cristo; e, individualmente, membros desse corpo." (1 Coríntios 12:12 e 27)

Sabemos que para uma pessoa ser um obreiro (a) é necessário que ela tenha construído sua vida sobre os fundamentos da fé cristã, como, por exemplo, entregar-se sinceramente ao Senhor Jesus, se batizar nas águas, nascer de Deus, ser batizado no Espírito Santo, ser fiel dizimista, etc.

Porém, infelizmente, nem sempre podemos ver no comportamento de muitos a confirmação de quem viveu essas experiências elementares de um convertido.

É preciso entender que cada órgão tem a sua função para o bom funcionamento do corpo. Os rins filtram o sangue para purificá-lo. Os pulmões são responsáveis pela respiração. O estômago faz a digestão dos alimentos ingeridos, e assim seguem os demais numa sincrônia perfeita. Quando um desses órgãos fica doente, logo se percebe os sintomas como dor, febre, inchaço, etc. E, quando há presença de um elemento estranho nesse organismo, os órgãos gritam anunciando, por meio dos sintomas, que há um corpo estranho no meio deles até que  este seja expelido. 

Por isso, muita atenção, obreiros (as), e todos os que se dizem parte do corpo do Senhor Jesus: será que você, que tem um comportamento que deixa a desejar, cujas atitudes têm sido reprovadas pelos que lhe cercam e pela sua própria consciência, e que não tem contribuído para o perfeito funcionamento do corpo de Jesus nesse mundo, é uma pessoa que faz parte desse organismo de verdade? Ou você é um corpo estranho infiltrado no organismo do nosso Senhor? Se o seu caso for este último, saiba que cedo ou tarde será expelido naturalmente, caso não se conserte.

O Espírito Santo é o Espírito desse Corpo e o Seu Filho é a Cabeça. Cuidado! Esse alerta é para todos os bispos, pastores e respectivas esposas, auxiliares, membros, enfim, todos os que têm o nome de Cristão.

Deus os abençoe.

O Organismo da Fé

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Data :segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
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7 Erros que Não se pode Cometer na Fogueira Santa

| domingo, 1 de dezembro de 2013
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1º Completar o sacrifício com o dízimo: “É tudo para Deus mesmo!” ou “O sacrifício é superior ao dízimo!”… as desculpas podem ser muitas, mas nenhuma com fundamento bíblico, pois a única verdade é que o sacrifício não invalida o dízimo e vice-versa. Se está na fé de Abraão, o valor de que dispõe para fazer o seu sacrifício é os 90% que lhe restam depois de dar o dízimo, pois este é que verdadeiramente lhe pertence, já que os 10% são de Deus. Lembre-se de que Dízimo é Obediência e Sacrifício é Fé Sobrenatural.


“Roubará o homem a Deus? Todavia, vós me roubais e dizeis: Em que te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas (…) Trazei todos os dízimos á casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa.” (Malaquias 3.8;10)

2º Esperar que o seu sacrifício caia do céu: O significado de sacrifício é ‘renunciar voluntariamente a um benefício em proveito de outrem’, ou seja, o sacrifício fala em nosso nome sem que seja necessário usarmos palavras. Ele diz até onde estamos dispostos a ir, o nosso nível de despojamento e de entrega, daí exigir esforço e você contar apenas consigo mesmo! Para além do nosso nascimento e da nossa morte, é no sacrifício que nos encontramos, em todo o processo, totalmente sozinhos!

“Meu Pai, se possível, passe de mim este cálice! Todavia, não seja como eu quero, e sim como tu queres.” (Mateus 25.39)

3º Deixar para amanhã o que tem de fazer hoje: Se escolheu dar ouvidos à Voz de Deus e está a ser sincero, nada o irá deter, tal como aconteceu com Abraão. Depois de Deus lhe ter pedido o sacrifício, ele não esperou mais tempo, logo na madrugada seguinte levantou-se e foi executá-lo. Deus não lhe deu um prazo, apenas lhe disse o local onde seria. Abraão poderia ter protelado para tentar ‘ganhar tempo’, mas não, ele não deixou para depois e nem se acomodou. Regra geral, a pessoa tem 21 dias para preparar o seu sacrifício, mas, ainda assim, muitos tentam mascarar a sua infidelidade com os argumentos ‘Deus sabe…’ ou ‘pelo menos tentei…’.

“Levantou-se, pois, Abraão de madrugada e, tendo preparado o seu jumento, tomou consigo dois dos seus servos e a Isaque, seu filho; rachou lenha para o holocausto e foi para o lugar que Deus lhe havia indicado.” (Génesis 22.3)

4º Oferecer o que você quer: “Toma o teu filho, teu único filho, Isaque, a quem amas…” (Génesis 22.2). Numa única frase temos 4 especificações de Deus, para que não houvesse margem para dúvidas do sacrifício que estava a ser pedido. Bastaria que Deus tivesse dito ‘Sacrifica Isaque’ para Abraão saber a quem Deus se estava a referir, mas, para além do nome, as restantes 3 serviram para mostrar que Deus sabia bem que aquilo iria custar horrores a Abraão. Por isso, ele tinha duas opções: oferecer o que lhe estava a ser pedido ou o que ele queria (por ex: Ismael), que não seria a mesma coisa. Tal como Abraão, você sabe qual é o seu verdadeiro sacrifício!

“… agora sei que temes a Deus, porquanto não me negaste o filho, o teu único filho.” (Génesis 22.12)

5º Ouvir a voz do coração: O coração obedece à nossa vontade e o sacrifício à vontade da Fé Sobrenatural. Por isso, coração e sacrifício são antagonistas numa constante batalha em que só pode vencer um ou outro. Se escolher dar ouvidos à voz do coração, cedendo aos seus caprichos, desejos e sentimentos, nunca fará o sacrifício perfeito que o vai fazer sentir dor, renunciar às suas vontades e derramar sangue. Porém, se estiver em dúvida, lembre-se que a própria Bíblia nos alerta para este facto:

“Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto; quem o conhecerá? Eu, o SENHOR, esquadrinho o coração, eu provo os pensamentos; e isto para dar a cada um segundo o seu proceder, segundo o fruto das suas ações.” (Jeremias 17.9-10)

6º Aceitar a opinião de terceiros: “Sara, Deus pediu-me para sacrificar Isaque!” – teria bastado isto para Abraão deitar tudo por terra. Isto porque Sara nunca teria deixado e Abraão sabia que isto seria a fonte da contaminação que iria minar o seu sacrifício. Quando aceitamos que outros opinem sobre o nosso ato de fé permitimos que a sua cobardia, dúvida, medo, frustração e engano nos contaminem e desviem do caminho certo. A opinião dos outros é só e apenas isso e nunca mais válida que a sua ou que a Voz de Deus.

“Se alguns não creram, a incredulidade deles virá desfazer a fidelidade de Deus? De maneira nenhuma! Seja Deus verdadeiro, e mentiroso, todo o homem” (Romanos 3.3-4)

7º Ser infiel: É como se você estivesse na ribalta, com duas claques, uma que torce pela sua vitória e outra, claramente, pela sua derrota. Tudo o que o diabo espera é a sua derrota, fracasso, que será fruto da sua infidelidade no sacrifício, da sua falta de empenho. E nisto ele ganha força contra si! Foi por este mesmo motivo que quando Deus apareceu a Abrão e lhe mudou o nome, também lhe deixou a seguinte orientação: “anda na minha presença e sê perfeito” (Génesis 17.1). Ou seja, podemo-nos aperfeiçoar ao andarmos na Sua presença, obedecendo aos preceitos de Deus. E um dos grandes preceitos é a fidelidade, pois Ele próprio o afirmou: “Vi os infiéis e senti desgosto.” (Salmos 119.158).

“Escolhi o caminho da fidelidade; diante de mim pus as tuas ordenanças.” (Salmos 119.30)

Te vejo na IURD, ou nas Nuvens!

7 Erros que Não se pode Cometer na Fogueira Santa

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Data :domingo, 1 de dezembro de 2013
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Novidade!

| sábado, 30 de novembro de 2013
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Novidade!

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Data :sábado, 30 de novembro de 2013
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