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Os Erros que Muitos Cometem no Sacrifício!

| domingo, 15 de dezembro de 2013
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A semelhança de uma maratona para o sacrifício. Muitos começam, Poucos chegam Lá !





Fonte: Amigos da Universal / youtube

Os Erros que Muitos Cometem no Sacrifício!

Postado Por : Unknown
Data :domingo, 15 de dezembro de 2013
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Deus Quer Engrandecer Você

| sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
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Então, disse o SENHOR a Josué: Hoje, começarei a engrandecer- te perante os olhos de todo o Israel, para que saibam que, como fui com Moisés, assim serei contigo. Josué 3.7

A morte de Moisés causou um impacto negativo muito forte no meio dos hebreus, eles perderam um líder que falava face a face com o Senhor, o qual realizara maravilhas por intermédio de sua fé e comunhão. Foi necessário Deus engrandecer a Josué de tal modo, para que todo o Israel respeitasse sua fé e visse que o Senhor era com ele.

Hoje vivemos uma situação em que não é suficiente dizer que é cristão, pois os incrédulos, dentre os quais familiares, vizinhos e amigos, precisam ver algo extraordinário na vida dos que dizem crer em Deus. Ele quer engrandecer você na família, no trabalho, na vida financeira, na saúde etc. Perante os olhos de todos que lhe cercam. Para que então eles possam respeitar sua fé, reconhecendo que, assim como Deus foi com Moisés e com Josué, Ele é com você nos dias atuais. Para isso, é necessário obedecer como eles obedeceram, ser forte como eles foram e corajoso para sacrificar como eles sacrificaram, aí sim, as águas de seu Jordão se abrirão e as muralhas de Jericó da sua vida cairão.

Vamos imitar esses homens na fé, na obediência de seguir à Voz da Profecia, na coragem de sacrificar e na determinação de conquistar uma vida de qualidade em todos os sentidos.

Deus é o mesmo ontem, hoje é o será para sempre na vida dos que creem. Ele quer lhe engrandecer hoje, o tempo é hoje. Você deve dar uma chance para Deus o abençoar, colocando toda sua vida no altar nessa Campanha de Israel.

Deus os abençoe, vamos avançar.

Bispo Sérgio Correia

Deus Quer Engrandecer Você

Postado Por : Unknown
Data :sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
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7 Erros que Não se pode Cometer na Fogueira Santa

| domingo, 1 de dezembro de 2013
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1º Completar o sacrifício com o dízimo: “É tudo para Deus mesmo!” ou “O sacrifício é superior ao dízimo!”… as desculpas podem ser muitas, mas nenhuma com fundamento bíblico, pois a única verdade é que o sacrifício não invalida o dízimo e vice-versa. Se está na fé de Abraão, o valor de que dispõe para fazer o seu sacrifício é os 90% que lhe restam depois de dar o dízimo, pois este é que verdadeiramente lhe pertence, já que os 10% são de Deus. Lembre-se de que Dízimo é Obediência e Sacrifício é Fé Sobrenatural.


“Roubará o homem a Deus? Todavia, vós me roubais e dizeis: Em que te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas (…) Trazei todos os dízimos á casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa.” (Malaquias 3.8;10)

2º Esperar que o seu sacrifício caia do céu: O significado de sacrifício é ‘renunciar voluntariamente a um benefício em proveito de outrem’, ou seja, o sacrifício fala em nosso nome sem que seja necessário usarmos palavras. Ele diz até onde estamos dispostos a ir, o nosso nível de despojamento e de entrega, daí exigir esforço e você contar apenas consigo mesmo! Para além do nosso nascimento e da nossa morte, é no sacrifício que nos encontramos, em todo o processo, totalmente sozinhos!

“Meu Pai, se possível, passe de mim este cálice! Todavia, não seja como eu quero, e sim como tu queres.” (Mateus 25.39)

3º Deixar para amanhã o que tem de fazer hoje: Se escolheu dar ouvidos à Voz de Deus e está a ser sincero, nada o irá deter, tal como aconteceu com Abraão. Depois de Deus lhe ter pedido o sacrifício, ele não esperou mais tempo, logo na madrugada seguinte levantou-se e foi executá-lo. Deus não lhe deu um prazo, apenas lhe disse o local onde seria. Abraão poderia ter protelado para tentar ‘ganhar tempo’, mas não, ele não deixou para depois e nem se acomodou. Regra geral, a pessoa tem 21 dias para preparar o seu sacrifício, mas, ainda assim, muitos tentam mascarar a sua infidelidade com os argumentos ‘Deus sabe…’ ou ‘pelo menos tentei…’.

“Levantou-se, pois, Abraão de madrugada e, tendo preparado o seu jumento, tomou consigo dois dos seus servos e a Isaque, seu filho; rachou lenha para o holocausto e foi para o lugar que Deus lhe havia indicado.” (Génesis 22.3)

4º Oferecer o que você quer: “Toma o teu filho, teu único filho, Isaque, a quem amas…” (Génesis 22.2). Numa única frase temos 4 especificações de Deus, para que não houvesse margem para dúvidas do sacrifício que estava a ser pedido. Bastaria que Deus tivesse dito ‘Sacrifica Isaque’ para Abraão saber a quem Deus se estava a referir, mas, para além do nome, as restantes 3 serviram para mostrar que Deus sabia bem que aquilo iria custar horrores a Abraão. Por isso, ele tinha duas opções: oferecer o que lhe estava a ser pedido ou o que ele queria (por ex: Ismael), que não seria a mesma coisa. Tal como Abraão, você sabe qual é o seu verdadeiro sacrifício!

“… agora sei que temes a Deus, porquanto não me negaste o filho, o teu único filho.” (Génesis 22.12)

5º Ouvir a voz do coração: O coração obedece à nossa vontade e o sacrifício à vontade da Fé Sobrenatural. Por isso, coração e sacrifício são antagonistas numa constante batalha em que só pode vencer um ou outro. Se escolher dar ouvidos à voz do coração, cedendo aos seus caprichos, desejos e sentimentos, nunca fará o sacrifício perfeito que o vai fazer sentir dor, renunciar às suas vontades e derramar sangue. Porém, se estiver em dúvida, lembre-se que a própria Bíblia nos alerta para este facto:

“Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto; quem o conhecerá? Eu, o SENHOR, esquadrinho o coração, eu provo os pensamentos; e isto para dar a cada um segundo o seu proceder, segundo o fruto das suas ações.” (Jeremias 17.9-10)

6º Aceitar a opinião de terceiros: “Sara, Deus pediu-me para sacrificar Isaque!” – teria bastado isto para Abraão deitar tudo por terra. Isto porque Sara nunca teria deixado e Abraão sabia que isto seria a fonte da contaminação que iria minar o seu sacrifício. Quando aceitamos que outros opinem sobre o nosso ato de fé permitimos que a sua cobardia, dúvida, medo, frustração e engano nos contaminem e desviem do caminho certo. A opinião dos outros é só e apenas isso e nunca mais válida que a sua ou que a Voz de Deus.

“Se alguns não creram, a incredulidade deles virá desfazer a fidelidade de Deus? De maneira nenhuma! Seja Deus verdadeiro, e mentiroso, todo o homem” (Romanos 3.3-4)

7º Ser infiel: É como se você estivesse na ribalta, com duas claques, uma que torce pela sua vitória e outra, claramente, pela sua derrota. Tudo o que o diabo espera é a sua derrota, fracasso, que será fruto da sua infidelidade no sacrifício, da sua falta de empenho. E nisto ele ganha força contra si! Foi por este mesmo motivo que quando Deus apareceu a Abrão e lhe mudou o nome, também lhe deixou a seguinte orientação: “anda na minha presença e sê perfeito” (Génesis 17.1). Ou seja, podemo-nos aperfeiçoar ao andarmos na Sua presença, obedecendo aos preceitos de Deus. E um dos grandes preceitos é a fidelidade, pois Ele próprio o afirmou: “Vi os infiéis e senti desgosto.” (Salmos 119.158).

“Escolhi o caminho da fidelidade; diante de mim pus as tuas ordenanças.” (Salmos 119.30)

Te vejo na IURD, ou nas Nuvens!

7 Erros que Não se pode Cometer na Fogueira Santa

Postado Por : Unknown
Data :domingo, 1 de dezembro de 2013
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Duvide da Dúvida

| terça-feira, 26 de novembro de 2013
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Li o post "Dúvidas sobre a Fogueira Santa" e acho que tem algo que precisa ser explicado para que as pessoas consigam pegar o espírito da Fogueira Santa. Muita gente nunca percebeu que a palavra “sacrifício” tem mais de um significado. O sentido mais usado pelo mundo para essa palavra é “sofrimento”. A gente fala “sacrifício” e as pessoas logo pensam em sofrimento extremo, quase como uma penitência. Mas a palavra “sacrifício” na Universal é usada no sentido mais esquecido do dicionário: renúncia.

No dicionário Michaelis esse significado aparece assim: “Renúncia voluntária a um bem ou a um direito”. É esse o nosso sacrifício. Não é dar alguma coisa para ficar sofrendo, se torturando, na esperança de que o sofrimento alcance alguma coisa, mas renunciar voluntariamente a algo que Deus pediu, sabendo que aquela renúncia trará o resultado que Ele prometeu. A renúncia é algo pensado, é uma atitude do espírito. Já o sofrimento, é da alma, do coração e, às vezes, do corpo.

Eu entendo a confusão. A cultura católica glorifica o sofrimento. Tanto é que o catolicismo dá um foco muito grande à dor física de Jesus na cruz, como se isso, por si só, fosse o sacrifício. Sendo que a maior dor dele foi ter renunciado voluntariamente à sua conexão com o Pai (principalmente), à sua paz de espírito e pureza (pois carregou os nossos pecados) e ao seu direito de viver, para que tivéssemos vida. Seu sacrifício foi espiritual, foi de renúncia. O sacrifício físico, da morte, apenas simbolizava o sacrifício espiritual, que nos livrou da morte eterna.

A cultura católica acha que quem sofre é santo. Mas o santo mesmo é o que renuncia. O que abre mão de suas vontades, o que renuncia ao direito de revidar, de responder, o que renuncia à desordem, o que renuncia ao seu direito animal de viver de acordo com seus instintos e impulsos, o que renuncia ao direito de pertencer a si mesmo, o que renuncia à indisciplina, o que renuncia à sua própria vida, o que abre mão de um bem ao qual é apegado, o que renuncia ao direito de ter no dinheiro a sua segurança... O que se entrega, renuncia.

Esse é o sacrifício que se faz no mundo, sem saber. O estudante que renuncia ao seu direito de dormir para estudar, aquele que renuncia às baladas para ter um namoro firme, o que renuncia aos doces para manter a saúde, o que renuncia ao sedentarismo para se exercitar, o que renuncia ao direito de gastar consigo mesmo para investir em alguma coisa, o que renuncia à preguiça para ler um livro...

E quando o pastor diz que o sacrifício tem que doer, é verdade, mas essa dor não é católica, não é física. Porque a renúncia dói mais do que a dor física ou do que o mero sofrimento. É a dor da alma sendo disciplinada pelo espírito. É a dor que nos faz mais fortes, pois nos faz dependentes de Deus. E entendo que é esse o critério que Ele usa ao nos pedir o sacrifício. E aí (ao ver o sacrifício como renúncia, e não como sofrimento) começamos a entender quando o pastor diz que Deus nos pede para nos dar mais. Ele pede o que estava atrapalhando (e, às vezes, a gente nem notava) e, ao renunciar, nos vemos livres para coisas maiores, pois saímos da zona de conforto que nos acomodava. Rompemos nossos limites, fazemos o que jamais teríamos feito por conta própria, às vezes sem nem entender por que Deus pediu aquilo, mas confiamos que Ele sabe o que faz e, nessa confiança, fazemos o nosso sacrifício. Cremos, por isso, entregamos.

Esse é o espírito da Fogueira Santa.


Duvide da Dúvida

Postado Por : Unknown
Data :terça-feira, 26 de novembro de 2013
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Dúvidas Sobre a Fogueira Santa

| domingo, 24 de novembro de 2013
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Quando escrevi o post “Dúvidas sobre o dízimo“, recebi também muitas perguntas sobre a Fogueira Santa. Como estamos em vias de iniciar a campanha, resolvi falar um pouco a respeito. As dúvidas que recebi são muitas, como:

- É errado ter uma poupança? Não abri uma porque vai chegar a Fogueira e eu vou ter que fechá-la para dar tudo…
- Queria comprar um carro, mas vai chegar a Fogueira e eu vou ter que vendê-lo e dar tudo, então, pra que comprar?
- Como vou comprar minha casa se não consigo juntar o valor para dar entrada? Eu junto algum dinheiro, mas daí vem a Fogueira e eu tenho que dar tudo…

É impressão minha ou você também percebe que estas pessoas estão vendo a Fogueira Santa como um peso e não como uma oportunidade de alcançarem seus sonhos? De qualquer forma, creio que tudo se resume na pergunta mais frequente:

“Se eu der tudo como o pastor fala, como poderei ter alguma coisa algum dia?”

Minha conclusão pessoal é a seguinte: alguém que dá tudo o que tem a cada campanha, realmente não vai conseguir ter nada nunca. Posso quase ouvi-la questionando: “Mas então, o pastor está errado em pedir tudo?” Aqui vai outra conclusão pessoal: não, o pastor não está errado, mas quem pensa que deve dar tudo a cada 6 meses é que tem visto a Fogueira de forma equivocada. A grande questão aqui é saber o que é esse tudo.

O tudo a que a campanha se refere não é tudo o que você tem na vida: seu salário, mais sua caderneta de poupança, mais seu carro, mais sua casa, mais suas roupas e mais todas as coisas de valor que você possa ter. O que você deve dar é TUDO O QUE DEUS PEDE e não tudo o que você tem (nem tudo o que você acha que deve dar).

Acredito que você ouviu, em todas as edições da campanha, o seu pastor dizendo para a Igreja “ouvir a voz de Deus e ver o que Ele quer de cada um”. Esse é o X da questão e que, infelizmente, muitas pessoas não entendem. Raciocine comigo: se o pastor diz pra você saber o que Deus quer de você, então significa que Deus é que vai pedir, não o pastor. Ouvindo a voz de Deus e sabendo o que Ele quer, aí sim, você deve dar 100% do que Ele pede.

Portanto, nesta nova edição da Fogueira Santa, esforce-se para ouvir a voz de Deus e não se deixe levar por quem quer que seja. Na semana que vem vou falar sobre como saber se você está ouvindo ou não a voz de Deus.

Patricia Lages

Dúvidas Sobre a Fogueira Santa

Postado Por : Unknown
Data :domingo, 24 de novembro de 2013
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