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Deus Quer Engrandecer Você

| sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
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Então, disse o SENHOR a Josué: Hoje, começarei a engrandecer- te perante os olhos de todo o Israel, para que saibam que, como fui com Moisés, assim serei contigo. Josué 3.7

A morte de Moisés causou um impacto negativo muito forte no meio dos hebreus, eles perderam um líder que falava face a face com o Senhor, o qual realizara maravilhas por intermédio de sua fé e comunhão. Foi necessário Deus engrandecer a Josué de tal modo, para que todo o Israel respeitasse sua fé e visse que o Senhor era com ele.

Hoje vivemos uma situação em que não é suficiente dizer que é cristão, pois os incrédulos, dentre os quais familiares, vizinhos e amigos, precisam ver algo extraordinário na vida dos que dizem crer em Deus. Ele quer engrandecer você na família, no trabalho, na vida financeira, na saúde etc. Perante os olhos de todos que lhe cercam. Para que então eles possam respeitar sua fé, reconhecendo que, assim como Deus foi com Moisés e com Josué, Ele é com você nos dias atuais. Para isso, é necessário obedecer como eles obedeceram, ser forte como eles foram e corajoso para sacrificar como eles sacrificaram, aí sim, as águas de seu Jordão se abrirão e as muralhas de Jericó da sua vida cairão.

Vamos imitar esses homens na fé, na obediência de seguir à Voz da Profecia, na coragem de sacrificar e na determinação de conquistar uma vida de qualidade em todos os sentidos.

Deus é o mesmo ontem, hoje é o será para sempre na vida dos que creem. Ele quer lhe engrandecer hoje, o tempo é hoje. Você deve dar uma chance para Deus o abençoar, colocando toda sua vida no altar nessa Campanha de Israel.

Deus os abençoe, vamos avançar.

Bispo Sérgio Correia

Deus Quer Engrandecer Você

Postado Por : Unknown
Data :sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
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DANIEL – O Amigo de Deus: Um Exemplo de Verdadeira Adoração

| quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
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A interpretação de Daniel sobre a estátua de Nabucodonosor, seus três amigos na fornalha ardente, ele mesmo na cova dos leões ou Belsazar e o “Mene tequel” na parede. Quem não conhece essas histórias? Mas o mais notável em Daniel era a sua vida de oração…

Daniel tinha uma vida de oração ativa que o impulsionou durante toda a existência e ele não a abandonou. Ele começou quando ainda era adolescente, e não fraquejou nem mesmo quando já estava em idade avançada. No fim das contas, Daniel marcou a história porque orava.

Um jovem e sua adoração verdadeira a Deus
No segundo ano do reinado de Nabucodonosor, o rei teve o sonho da grande estátua (Dn 2.1). Ninguém conseguiu explicá-lo, de forma que ele decidiu matar todos os magos e feiticeiros. Como o primeiro ano do reinado não era contado, o segundo ano de Nabucodonosor correspondia ao terceiro ano da permanência de Daniel na Babilônia e, portanto, ao fim de seu período de estudos de três anos (Dn 1.5). Daniel chegou à Babilônia (Dn 1.1) no ano 605 a.C. Ele ainda era muito jovem, talvez até mesmo um adolescente. Daniel viveu o exílio babilônico até a queda da Babilônia diante dos persas (539 a.C.). Ou seja, Daniel viveu lá durante cerca de 70 anos. Já nos primeiros tempos, Daniel se mostrou um intercessor eficaz (Dn 2.16-19).

Todos os magos e feiticeiros estavam “desesperados” de medo (Dn 2.10-11), mas Daniel recolheu-se calma e tranquilamente em sua casa. Uma vida de oração é interação com Deus e por isso dá segurança em meio à insegurança.

Daniel contou sua preocupação aos seus fiéis e confiáveis amigos (Dn 2.17-18), porque sabia do poder da oração conjunta. Nós também deveríamos ter a coragem de compartilhar mais os nossos motivos de oração com nossos irmãos no Senhor. Muitas vezes, porém, envergonhamo-nos deles, ficamos sem graça. Algumas pessoas preferem orar sozinhas a compartilhar seus assuntos com pessoas de confiança. Mas a Bíblia e a História estão cheias de exemplos de comunhões de oração e da conseqüente ação poderosa de Deus.

Daniel e seus amigos oraram juntos pedindo revelação e proteção. A comunhão de oração é uma força como a fissão nuclear; ela tem uma promessa no Novo Testamento: “Se dois dentre vós, sobre a terra, concordarem a respeito de qualquer coisa que, porventura, pedirem, ser-lhes-á concedida por meu Pai, que está nos céus. Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, ali estou no meio deles” (Mt 18.19-20). Por isso, depois da comunhão de oração, o texto relata: “Então, foi revelado o mistério a Daniel numa visão de noite” (Dn 2.19).

Adoração verdadeira é oração com gratidão

Muitas vezes empenhamos muito tempo e esforço para interceder por algum motivo, mas tiramos pouco tempo para agradecer. Com Daniel era bem diferente. Antes de correr ao rei e lhe apresentar a revelação, ele primeiro agradeceu ao Senhor. Ele não deixou o louvor para mais tarde. Na vida de Daniel, Deus sempre estava em primeiro lugar e somente depois vinha o rei babilônico.

“Então, foi revelado o mistério a Daniel numa visão de noite; Daniel bendisse o Deus do céu… Por isso, Daniel foi ter com Arioque, ao qual o rei tinha constituído para exterminar os sábios da Babilônia; entrou e lhe disse: Não mates os sábios da Babilônia; introduze-me na presença do rei, e revelarei ao rei a interpretação” (Dn 2.19,24).

Adoração verdadeira é oração regular

Daniel não permitia que nada atrapalhasse a regularidade de seu tempo de oração. Em Daniel 6 lemos que os altos funcionários inimigos dos judeus tentaram preparar uma armadilha para Daniel e impedi-lo de orar (v.7). Nós também precisamos ter consciência de que o inimigo de Deus fará de tudo para nos afastar da oração. Mas Daniel reagiu a isso com mais oração: “Daniel, pois, quando soube que a escritura estava assinada, entrou em sua casa e, em cima, no seu quarto, onde havia janelas abertas do lado de Jerusalém, três vezes por dia, se punha de joelhos, e orava, e dava graças, diante do seu Deus, como costumava fazer” (v. 10).

O que esse versículo nos mostra sobre Daniel?

1. Ele não se deixou demover da oração (persistência).
2. Ele orava tanto em comunhão quanto sozinho.
3. Ele tinha um local fixo para orar, no quarto superior da sua casa (veja Dn 2.17).
4. Ele tinha janelas abertas (direcionamento constante, comunhão ininterrupta).
5. Ele tinha uma direção para sua oração (Jerusalém, onde estava o altar; uma indicação para Jesus).
6. Ele orava regularmente, três vezes ao dia, como sempre havia feito.
7. E ele não descuidava do agradecimento.

Adoração verdadeira parte da Palavra

“No primeiro ano do seu reinado, eu, Daniel, entendi, pelos livros, que o número de anos, de que falara o Senhor ao profeta Jeremias, que haviam de durar as assolações de Jerusalém, era de setenta anos. Voltei o rosto ao Senhor Deus, para o buscar com oração e súplicas, com jejum, pano de saco e cinza. Orei ao Senhor, meu Deus, confessei e disse: ah! Senhor! Deus grande e temível, que guardas a aliança e a misericórdia para com os que te amam e guardam os teus mandamentos” (Dn 9.2-4).

Daniel orava para entender a Palavra de Deus, e estudava a Palavra de Deus para orar. Quando compreendeu o que eram os setenta anos de cativeiro de que Jeremias tinha falado, começou imediatamente a orar. Com isso, ele mesmo foi profundamente afetado. A oração de Daniel revela seu coração.

1. Ele reagiu imediatamente (sem tardar).
2. Ele não procurou homens (Dario ou Ciro), mas seu Deus onipotente.
3. Ele suplicava – nisto vemos sua seriedade e persistência.
4. Ele jejuava em pano de saco e cinzas, portanto havia arrependimento. Ele não se considerava importante demais para arrepender-se.
5. Ele orava a um Deus pessoal. Tinha um relacionamento pessoal com Ele.
6. Ele orava com grande reverência.
7. E ele orava com confiança, com esperança na graça e bondade do Senhor.

Daniel foi exaltado de forma maravilhosa. Por trás dos acontecimentos de Esdras 1.1-4 está a oração de Daniel. Sua oração contribuiu para uma decisão que alteraria a política mundial e para o cumprimento da profecia divina.

Adoração verdadeira é poderosa

Certa vez Daniel recebeu uma revelação sobre a Grande Tribulação (Dn 10.1). Ele entendeu a palavra, o que o levou novamente à oração: “Naqueles dias, eu, Daniel, pranteei durante três semanas. Manjar desejável não comi, nem carne, nem vinho entraram na minha boca, nem me ungi com óleo algum, até que passaram as três semanas inteiras” (v.2-3). Podemos orar a respeito de coisas que entendemos e a respeito de coisas que não entendemos.

Depois de ter orado e jejuado tão intensamente, Daniel recebeu a visita de um anjo: “Eis que certa mão me tocou, sacudiu-me e me pôs sobre os meus joelhos e as palmas das minhas mãos. Ele me disse: Daniel, homem muito amado, está atento às palavras que te vou dizer; levanta-te sobre os pés, porque eis que te sou enviado. Ao falar ele comigo esta palavra, eu me pus em pé, tremendo. Então, me disse: Não temas, Daniel, porque, desde o primeiro dia em que aplicaste o coração a compreender e a humilhar-te perante o teu Deus, foram ouvidas as tuas palavras; e, por causa das tuas palavras, é que eu vim” (v.10-12).

Isto não é tremendo?

1. Daniel era um homem muito amado de Deus. Esta afirmação aparece três vezes no livro de Daniel (Dn 9.23; Dn 10.11,19).
2. Ele recebeu a garantia de que foi ouvido desde o primeiro dia, apesar de a resposta só ter chegado três semanas depois (v.1; cf. Dn 9.23).
3. Este anjo foi especialmente enviado por causa da oração de Daniel.

Os céus foram movidos porque alguém foi movido pelo céu a orar. O que não poderia acontecer se formos realmente pessoas de oração?

Adoração verdadeira é para toda a vida

“No terceiro ano de Ciro, rei da Pérsia, foi revelada uma palavra a Daniel, cujo nome é Beltessazar; a palavra era verdadeira e envolvia grande conflito; ele entendeu a palavra e teve a inteligência da visão” (Dn 10.1).

No terceiro ano do rei Ciro, Daniel já vivia há 70 anos na Babilônia. Provavelmente sua vida de oração começou quando ele ainda era um adolescente, e agora, com mais de 80 anos, ela ainda não diminuíra. Daniel continuava a orar intensamente.

Que o Senhor conceda e que nós desejemos ser pessoas de oração hoje, amanhã e também quando estivermos em idade avançada. Ainda mais por vivermos em uma época na qual as profecias de Daniel sobre o final dos tempos começam a se cumprir!

DANIEL – O Amigo de Deus: Um Exemplo de Verdadeira Adoração

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Data :quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
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Lançamento de Nada a Perder 2

| sexta-feira, 30 de agosto de 2013
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O lançamento nacional do segundo volume da biografia de Edir Macedo, Nada a Perder 2 – Meus desafios diante do impossível reuniu artistas, empresários, autoridades e jornalistas na noite desta quarta-feira (28 ) no Rio de Janeiro. Com a apresentadora do Jornal da Record, Adriana Araújo, como mestre de cerimônias, o evento contou com o testemunho da filha e do genro do bispo, Cristiane e Renato Cardoso, apresentadores do programa The Love School. O casal, que representou o bispo no lançamento, autografou a obra.

Do elenco da Record, os apresentadores Rodrigo Faro, Ana Hickman, Paulo Henrique Amorim, Celso Zucateli e Cris Flores, entre outros convidados, prestigiaram a apresentação da autobiografia no Copacabana Palace, na zona sul do Rio de Janeiro.

Após o primeiro volume que revela os obstáculos superados ao longo da vida até ser reconhecido como um ícone evangélico do século 20, Nada a Perder 2 relata o caminho de conquista da Rede Record, num percurso pelos subterrâneos da televisão no Brasil e pelos jogos sujos do poder envolto por grandes dilemas e confrontos.

A filha de Edir Macedo se disse emocionada, surpresa e revoltada – tudo isso a um só tempo – depois da leitura do segundo volume da autobiografia. Por meio da obra escrita em coautoria com Douglas Tavolaro, vice-presidente de jornalismo da Rede Record, Cristiane disse que descobriu fatos e histórias da vida do pai que desconhecia.

— Como ele pôde ter passado por tanta coisa e não levar aquilo para casa? Em casa e com a gente, meu pai sempre foi um homem forte, equilibrado, de princípios e de valores. Ele passou por muita coisa sozinho. [Após ler o livro] Admirei ainda mais o meu pai.

Para Cristiane, o que Macedo representou em casa foi a base para o trabalho que desenvolve ao lado do marido na ajuda de casais. O genro de Macedo contou aos convidados que, em ocasião em que passava por uma crise no casamento, o bispo mudou sua maneira de encarar o relacionamento em “apenas quatro palavras”.

Renato Cardoso disse ter aprendido na convivência com Macedo a acreditar no potencial de cada um e que tal aprendizado está contido na autobiografia do bispo. Segundo o genro, o bispo se dedica em sua busca pessoal a alcançar a mente de Deus.

— Aprendemos isso com o bispo Macedo: a olhar para as pessoas não como elas são, mas como elas podem vir a ser.

O marido de Cristiane disse que o título do livro reflete a filosofia de Macedo de desapego do mundo material. Tanto é, continuou Cardoso, que o proprietário da Rede Record não pôde comparecer ao evento porque se dedica no momento a uma missão de fé.

O apresentador Rodrigo Faro fez coro ao relato do genro de Macedo. Para ele, o livro serve como motivação.

— A fé ajuda a chegar em qualquer lugar. Primeiro tem que acreditar em si mesmo e depois em alguém superior, o Grande Criador. Ele [Edir Macedo] passou por várias coisas na vida sem perder a fé. Serve para mostrar os altos e baixos da vida dele.

Já a jornalista Adriana Araújo relatou a cobertura jornalística que fez no lançamento do primeiro volume de Nada a Perder em Nova York. Ela lembrou que o público chegou à livraria na noite anterior ao lançamento e que as filas se estenderam por dez quarteirões.

— A dona da livraria disse que nem astros de rock e de Hollywood atraíram tanta gente no lançamento de um livro.

A aposta é que Nada a Perder 2 repita o sucesso do primeiro volume que, em apenas cinco meses, vendeu mais de 1 milhão de exemplares em todo o mundo – quatro continentes, 16 países e 40 cidades. Durante 14 semanas, Nada a Perder 1 figurou no topo de todas as listas de livros mais vendidos do País e, atualmente, está entre os mais vendidos entre todas as categorias do site Publish News.



Lançamento de Nada a Perder 2

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Data :sexta-feira, 30 de agosto de 2013
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A Sua Fé é Inteligente?

| sexta-feira, 26 de julho de 2013
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Saiba como agir diante das situações difíceis


Quem nunca ouviu a famosa pergunta: "Por que tudo que faço dá errado?", a resposta é simples: Porque tudo o que faz é de forma errada. Quando se usa a fé inteligente, se alcança as bênçãos de Deus.

Quando a fé se torna apenas religiosa, não funciona, pois os sentimentos usados impedem a ação de Deus. Quando o Senhor Jesus veio ao mundo para trazer a Salvação, os religiosos da época usavam a fé associada com o sentimento, então não conseguiam entender por que o Altíssimo realizava milagres aos sábados.

"De novo, entrou Jesus na sinagoga, e estava ali um homem que tinha ressequida uma das mãos. E estavam observando Jesus para ver se o curaria em dia de sábado, a fim de o acusarem. E disse Jesus ao homem da mão ressequida: Vem para o meio!

Então, lhes perguntou? É lícito nos sábados fazer o bem ou fazer o mal? Salvar a vida ou tirá-la? Mas, eles ficaram em silêncio. Olhando-os ao redor, indignado e condoído com a dureza do seu coração, disse ao homem: Estende a mão. Estendeu-a e a mão lhe foi restaurada." Marcos 3.1-5

Não importa o dia e sim a fé que a pessoa usa para receber o milagre. Imagine se os serviços públicos como hospitais, bombeiros e médicos não prestassem serviço aos sábados, seria um verdadeiro caos.

"Jesus veio ao mundo para salvar os aflitos e Ele permite que muitos cheguem ao fundo do poço para reconhecerem que precisam da Sua ajuda, pois nos dias de aflição, a oração tem mais poder. Por causa da dor, muitos acabam deixando de ser dependentes das orações de outras pessoas e passam a ser dependentes apenas de Deus", disse o bispo Macedo.

Somente Deus pode operar através da Sua Palavra, assim Ele restaura os valores espirituais e morais daqueles que O invocam.

"... E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século." Mateus 28:20

Se você deseja ter uma transformação interior e aprender a usar a fé inteligente, acompanhe todos os dias as mensagens de fé do bispo Edir Macedo pela IURD TV e Rede Aleluia de rádio.

Por Sabrina Marques / Foto: Thinkstock 

A Sua Fé é Inteligente?

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Data :sexta-feira, 26 de julho de 2013
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O Vôo dos Gansos

| quinta-feira, 30 de maio de 2013
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Duas vezes por ano, cinco milhões de gansos enfrentam uma verdadeira maratona. Durante três meses, percorrem mais de cinco mil Km, migrando das regiões árticas para lugares mais quentes e voltando novamente na primavera para procriar. A motivação para essa jornada é garantir a própria vida. O ambiente é de cooperação. Em grupo, adotam uma formação em V na qual todos se beneficiam do impulso gerado pela batida das asas de seus companheiros. Assim, o trabalho de cada animal facilita a vida de seus companheiros. 
Todos dão o máximo de si para alcançar o objetivo. Quando está voando sozinho, o ganso sente a resistência do ar e se cansa rapidamente. O trabalho de cada um é valorizado. Quando o ganso que lidera o grupo cansa, rapidamente outro chega para ajudá-lo, ocupando seu lugar. Quando um animal fica doente, gansos saem da formação e o acompanham para protegê-lo. Voando na formação em V, os gansos fazem um grande barulho. O objetivo? Animar os companheiro e manter o ritmo de vôo. E você? Gostaria que seus companheiros de trabalho fossem como os gansos?


Veja o Vídeo:


Bispo Reinaldo
Imagem: Divulgação

O Vôo dos Gansos

Postado Por : Unknown
Data :quinta-feira, 30 de maio de 2013
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